quarta-feira, 24 de abril de 2013

Primavera mascarada - Festa dos tabuleiros - parte 2

Festa dos tabuleiros, Tomar.



Festa dos tabuleiros, Tomar.



 Festa dos tabuleiros, Tomar.



Festa dos tabuleiros, Tomar.



Festa dos tabuleiros, Tomar.
Nesta festa não há nada que fique de fora. Até garagens com letras em stencil têm direito a ser embelezadas e mesmo as molduras das portas fazem parte do arranjo floral. As flores pendentes dão o toque final e tomam o vento, fazendo cócegas à imaginação.  



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Primavera mascarada - Festa dos tabuleiros - parte 1

Festa dos tabuleiros, Tomar.
Festa dos tabuleiros, Tomar.

  Festa dos tabuleiros, Tomar.



  Festa dos tabuleiros, Rua Gil de Avô, Tomar.


Não sei se é da chuva constante a espantar a Primavera, mas estas flores de papel fazem-me sonhar com o sol. 
Elas, que nascem cada quatro anos, têm poderes especiais de formar palavras e de transformar entradas normais em portais para outros universos (ouvi dizer). 
Imersas na Festa dos Tabuleiros, as flores estão por todo o lado a lembrar que a vida é feita a cores.









quarta-feira, 20 de março de 2013

A canção de Lisboa - parte 4











Princípio e fim. "A canção de Lisboa" tem o cunho subtil do Estado Novo nos seus créditos iniciais: o primeiro fotograma é o símbolo nacional, as quinas em ponto grande para encher o olho de orgulho nacional; o último fotograma, por sua vez, encerra com a marca do estado mais uma vez, mas em forma de censura, para mostrar que o olho esteve bem atento. 

Entre Miss Castelinhos, agulhas e esternocleidomastoideu, “A canção de Lisboa” tenta um trocadilho jocoso (ou será que escapou algo mais crítico enquanto alguém olhava para o lado?) com o Estado Novo. No casaco em que Vasco Santana tenta disfarçar-se de manequim, um papel afixado diz “Ocasião, 95 escudos, Estado Novo” que, depois de algumas peripécias, vai parar ao traseiro de uma senhora. 

“Chapéus há muitos, seu palerma!”.







Estas imagens pertencem à Tobis Portuguesa.



quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

A canção de Lisboa - parte 1


























Expoente cinematográfico da comédia à portuguesa, "A canção de Lisboa" tem tipografia de estalo, como se dizia na altura. Almada Negreiros assina os cartazes do filme e, com certeza, o genérico inicial adornado com estes ícones de 1933. "Diga 33!"


Estas imagens pertencem à Tobis portuguesa.




quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

O Verão



No Verão todos perdemos as escamas de roupa de Inverno que dão lugar a promessas de novos amores. É tanta a pressa para apaixonarmo-nos que perdemos os números dos sapatos, Cinderelas à espera de mergulhar no outro e nadar até ao final da estação, onde voltamos a vestir as escamas de fazenda.


Freixo-de-espada-à-cinta.



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